Categorias antropológicas nos Catálogos Trienais da Companhia de Jesus

Autores/as

  • Lidiane Ferreira Panazzolo Psicóloga graduada pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Universidade de São Paulo Campus Ribeirão Preto.
  • Marina Massimi Professora Titular Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Universidade de São Paulo Campus de Ribeirão Preto.

DOI:

https://doi.org/10.31057/2314.3908.v3.n1.17614

Palabras clave:

Companhia de Jesus, Catálogos Trienais, Teoria Humoral, Saberes Psicológicos, colonização portuguesa

Resumen

O presente estudo intenta analisar qual possível concepção de homem estaria relacionada à escolha do envio membros da Companhia de Jesus para diferentes localidades, sob a perspectiva da História dos Saberes Psicológicos. Para tanto foi analisada a categoria dos temperamentos nos catálogos trienais do Brasil, Portugal, Japão no período de 1654 a 1660. Percebe-se o predomínio da compleição Colérica na maioria dos catálogos analisados enquanto os demais temperamentos variavam. Tais fatos sugerem que talvez o temperamento colérico seja uma característica comum aos membros da ordem ou que a conjuntura sociopolítica dos referidos países favorecia a escolha de membros que correspondessem melhor a esse tipo perfil, enquanto os demais variavam a depender das demandas locais.

Biografía del autor/a

Lidiane Ferreira Panazzolo, Psicóloga graduada pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Universidade de São Paulo Campus Ribeirão Preto.

Psicóloga graduada pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Universidade de São Paulo Campus Ribeirão Preto.

Marina Massimi, Professora Titular Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Universidade de São Paulo Campus de Ribeirão Preto.

Professora Titular Faculdade de Filosofia Ciências e Letras Universidade de São Paulo Campus de Ribeirão Preto.

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Publicado

2015-06-19

Cómo citar

Ferreira Panazzolo, L., & Massimi, M. (2015). Categorias antropológicas nos Catálogos Trienais da Companhia de Jesus. Antiguos Jesuitas En Iberoamérica, 3(1), 22–46. https://doi.org/10.31057/2314.3908.v3.n1.17614